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Mostrando postagens de abril, 2011

O Primeiro Ciclo da Borracha na Amazônia

O Primeiro Ciclo da Borracha 1850-1912 A Hevea Bralisiensis ( nome Científico da seringueira) já era conhecida e utilizada pelas civilizações da América Pré-Colombiana, como forma de pagamento de tributos ao monarca reinante e para cerimônias religiosas. Na Amazônia, os índios Omáguas e Cambebas utilizavam o látex para fazer bolas e outros utensílios para o seu dia-a-dia. C oube a Charles Marie de La Condamine e François Fresneau chamar a atenção dos cientistas e industriais para as potencialidades contidas na borracha. Dela, podia ser feito, borrachas de apagar, bolas, sapatos, luvas cirúrgicas etc.. P recisamente no ano de 1839, Charles Goodyear descobriu o processo de Vulcanização que consistia em misturar enxofre com borracha a uma temperatura elevada ( 140º /150º) durante certo número de horas, Com esse processo, as propriedades da borracha não se alteravam pelo frio, calor, solventes comuns ou óleos, Thomas Hancock, foi o primeiro a execu...

O Segundo Ciclo da Borracha na Amazônia

O Segundo Ciclo da Borracha na Amazônia N a Segunda Guerra Mundial ( 1939-1945) o Japão, aliado da Alemanha e da Itália ( países do Eixo) conquista e ocupa o Sudeste Asiático área que produzia borracha e, os aliados ficam sem esse importante produto para a sua indústria. O s Estados Unidos que entraram na guerra em decorrência do ataque japonês a base americana de Pearl Harbour no Havaí, necessitava da borracha para a sua indústria. O presidente dos Estados Unidos Franklin Delano Roosevelt e o presidente do Brasil Getúlio Dorneles Vargas, assinaram os Acordos de Washington ( 1942), pelo qual o Brasil comprometia-se a reativar os seringais amazônicos, através de uma operação conjunta com os EUA. O Brasil entrou com os seringais, mão-de-obra e 58% de capital para a criação do Banco de Crédito da Borracha. Os EUA entraram com 42% de capital para o Banco de Crédito da Borracha e, forneciam meios para a produção, transporte e escoamento.... Clique AQUI e leia mais... Fonte: http:/...